domingo, 26 de setembro de 2010

Fato

Ela Preocupada em fazer com que os dois tenham um futuro juntos
Ele preocupado em realizar seus sonhos.
Se tiveram uma história pra contar...
Isso só o tempo dirá
E assim vão vivendo seguindo seu caminho
Talvez se arrependam de não terem lutado não terem tentado
Esse fato acontece por conta de escolhas
Por conta das escolhas dele...
Mais ela intende e guarda numa caixinha todas as lembranças e a esperança de continuar a escrever esta história

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Pedras

Deixadas nos caminhos, atrapalhando passagem de todo tipo de gente preguiçosa, que tropeça nas pedras, mas não se abaixa para retirá-las do caminho, deixando visíveis as fraquezas da gente, que ignora o amor por imaginar que ele possa ser algo ruim algo sofrido, uma vez que se retira uma pedra às próximas serão mais fáceis de sair do lugar. Existe gente que se depara com pedras a todos os momentos, mas não no caminho atrapalhando sua caminhada e sim nas mãos como uma arma, que de nada serve, tirar pedras da mão de alguém é mais difícil que tira-las do chão. Tirar do chão requer força e esperança, tirar da mão de outra pessoa exige mais tempo. Aqueles que guardam pedras nas mãos julgam se certos incorrigíveis, capazes de serem donos de toda razão. Pensando no próximo como um objeto a ser domesticado a aprender possíveis dons da certeza. “As pedras da razão”, quem é que diz quem tem mesmo a razão? Também ah quem use as pedras atiradas pelos doutores da sabedoria, como material pra construção de seu alicerce, esses sim são sábios, usam para o seu bem o que lhe foi lhes jogado para lhes enfraquecer, para lhes causar mal, esses sim, são capazes de enxergar que o amor não é uma pedra, porem tem força de mover-las, capaz de mover desde as menores pedras e até as montanhas, que muitos acham que nunca saíram do lugar, só é impossível aquilo que não se acredita, o que torna o irreal real, é a vontade, perseverança de tornar-se real, portanto guarde as pedras retiradas do caminho, e guarde também as que atiram em sua direção, não para atira-las novamente e sim para que possa construir seu alicerce, e mostrar para os pobres de espírito, que é real o que você acredita que seja, o que você torna real.

Pedras

Deixadas nos caminhos, atrapalhando passagem de todo tipo de gente preguiçosa, que tropeça nas pedras, mas não se abaixa para retirá-las do caminho, deixando visíveis as fraquezas da gente, que ignora o amor por imaginar que ele possa ser algo ruim algo sofrido, uma vez que se retira uma pedra às próximas serão mais fáceis de sair do lugar. Existe gente que se depara com pedras a todos os momentos, mas não no caminho atrapalhando sua caminhada e sim nas mãos como uma arma, que de nada serve, tirar pedras da mão de alguém é mais difícil que tira-las do chão. Tirar do chão requer força e esperança, tirar da mão de outra pessoa exige mais tempo. Aqueles que guardam pedras nas mãos julgam se certos incorrigíveis, capazes de serem donos de toda razão. Pensando no próximo como um objeto a ser domesticado a aprender possíveis dons da certeza. “As pedras da razão”, quem é que diz quem tem mesmo a razão? Também ah quem use as pedras atiradas pelos doutores da sabedoria, como material pra construção de seu alicerce, esses sim são sábios, usam para o seu bem o que lhe foi lhes jogado para lhes enfraquecer, para lhes causar mal, esses sim, são capazes de enxergar que o amor não é uma pedra, porem tem força de mover-las, capaz de mover desde as menores pedras e até as montanhas, que muitos acham que nunca saíram do lugar, só é impossível aquilo que não se acredita, o que torna o irreal real, é a vontade, perseverança de tornar-se real, portanto guarde as pedras retiradas do caminho, e guarde também as que atiram em sua direção, não para atira-las novamente e sim para que possa construir seu alicerce, e mostrar para os pobres de espírito, que é real o que você acredita que seja, o que você torna real.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Espelho


No espelho dessa sociedade que já se perdeu

Enxergam se superiores

Mostram se atores

De uma peça mal terminada

Que não saio dos livros

Mais ronda pelos bancos da cidade

Atravessam avenidas dormem nas calçadas

Iluminam jardins

Ignoram maus olhares

Banham-se de ouro

Mais se vestem de trapos

Vivem em meio ao lixo

São os bandidos soltos no senado

Lugar onde poderia se conter

A maldade que o mundo ainda carrega

E que vai ser passada como herança

Aos filhos desta terra

Que pedem poder

Mais não dão amor

Que fazem com que o ódio se mescle com o rancor

Que impedem o nascer de um novo dia

Mais que ainda iram de ver o espelho

Que ira refletir algo muito mais além

Fará se então presente

A humildade tão pouco falada

Neste mundo de bons cidadões.